Nota Técnica, Parte1
Dr. Jorge M. Genoud *; Dra. Adriana I. Moiron *.
* Educacional da Área de Doenças Médicas, Faculdade Ciências Veterinárias, U. B. A, Argentina
Definição:
A síndrome de abdome agudo que é apresentada no equino, chamado por algums autores de cólica equina, pode ser definida como a associação de sinais e sintomas que existem ao mesmo tempo e isso caracterizam clínicamente uma dor específica. O termo de ABDÓMEN AGUDO denota um inconveniente clínico, de começo brusco que é manifestado com sinais e sintomas localizados preferivelmente na cavidade abdominal. As causas extra-abdominais existem também, como exemplo os localizarados na cavidade torácica (pneumotórax, pericardites, etc.)
Anamnese:
Para ser capaz de chegar ao diagnóstico da cólica abdominal no equino, é essencial executar um exame semiológico correto. Desafortunadamente, muitas das provas diagnósticas requerem tempo e isto é essencial para a instauração rápida do processo.
A decisão inicial reside na atenção rápida do Médico Veterinário, encarando os sintomas das doença primárias. Neste caso é quando devemos tomar como indicador o grau de dor que é o que ajuda a medir a severidade do problema.
Todas as cólicas abdominais são consideradas como emergências médicas. Os equinos com dor intermitente ou leve, geralmente não representam uma emergência crítica. Pelo contrário os equinos em dor incontrolável e severa sofrem de torção ou ampliação intestinal, em que cada lapso minúsculo reduz a chance de sobrevida.
1. A primeira coisa que deve ser feita é transportar ao animal a uma zona onde pode ser examinado ou tratar com conforto, desde que as manobra a campo não ofereçam um conforto favorável para assistir a uma emergência de tal magnitude.
2. A segunda determinação é se o paciente requererá um processamento cuirúrgico de terapia ou encarar um processamento intensivo de uma patologia severa intestinal.
Estas situações são fáceis de determinar quando se chega a um bom diagnóstico. Embora chegar neste diagnóstico muitas vezes torna-se difícil porque uma grande semelhança de sinais existe, por isso é necessário diferenciar uma grande variedade de doenças. Então cada caso deve ser localizado na categoria de patologia a que corresponde.
Uma vez diagnosticada a doença, o Médico Veterinário pode decidir racionalmente sobre transportar o paciente a um lugar adequado para aplicar a conduta indicada. Quando a conduta é cirúrgica, a coisa adequada é encaminhar o equino a uma clínica de referência especializada, na qual poderão ser executados exames complementares, assim como, também praticar cirurgias para este tipo de casos. Mas, quando o Médico Veterinário não pode executar esta diferenciação, o procedimento apropriado é não perder tempo e encaminhar a um centro especializado imediatamente. Esta classe de situações é um das causas de incidência maior de sobrevida que se tem observado nos últimos 15 anos.
Uma sequência existe para conseguir chegar com êxito a um diagnóstico correto para uma conduta. Estes passos são detalhados na seguinte tabela:
DADOS ANAMNÉSICOS DO PACIENTE COM CÓLICA
DADOS GERAIS
Habitate
Dieta
Rotina diária
Utilidade do Animal
História Médica
Controles Parasitários
DADOS RECENTES CLÍNICOS
Duração da cólica
última alimentação
Consumo de alimento e água
Mudanças recentes de alimento, água e medicação
Mudanças recentes de alimento, água e medicação estábulo, cama de caixa, viagens, rotina do exercício, tratadores, etc.
Corpos estranhos
gestação
Parasitoses recorrentes
Trauma recente ou ofensa recente
DADOS DE DOENÇAS ANTERIORES
grau de doenças e mudanças da dor
última defecação
Sudorese
Sinais observados: olhar em direção ao lado, dar voltas inclinadas pra traz, andar sem sentido, roda sobre o eixo, moléstias abdominais, permanece recostado
Necessidade de ajuda para caminhar
Resposta ao tratamento
Episódios de cólica anterior ou cirurgia abdominal
O Médico Veterinário tem que prestar atenção em determinar as causas do sofrimeinto que podem ser originarias de:
1. Cólica idiopatica.
2. Timpanismo.
3. A Obstrução intestinal.
4. A Obstrução - estenose intestinal.
5. O Infarto sem estenose.
6. Peritonite.
7. Enterite.
8. Ulceração.
9. Dor ser originaria de outros sistemas (útero ou músculo esquelético).
O veterinario deve induzir o proprietário ou tratador do animal a uma direção a assegurar uma história a ser registrada de forma exata. Comumente, o tratador informa isso:
"Não houve mudança no alimento". "ele foi vermifugado a cada 2 meses". "ele não emagreceu desde a última vez que o vi".
Quando estas respostas são diferentes, deve-se dirigir as perguntas para diferenciar cada um dos problemas potenciais. O esforço durante a anamnese deve ser concentrado no conhecimento do meio ambiente do paciente, da dieta, da alimentação, da água e da condição do estado geral do cavalo. Se um empregado do estábulo é interrogado, a informação que poderemos ter poderá incriminar o tratador, e isto não é fácil de ser admitido por ele.
Existem 3 fases na história e isso deve ser incluído durante o amnamnese:
o A história geral do paciente.
o Seu manejo grupal.
o Seu manejo individual, com referência do tipo de encarar as perguntas.
A história geral pode ajudar-nos a determinar o problema específico que causa um caso individual de cólica, e que os veterinários freqüentemente são familiarizados com as condições, e não necessita investigar de forma detalhada. Entretanto, o antecedente de vermifugação pode ser capaz de indicar o manejo inadequado das parasitose. Os cavalos que são alimentadoscom um pasto de leguminosas novas, podem ser afetados por um aumento da produção de gás intestinal. Assim como também, quando aumenta o tempo de armazenamento de um fardo de pasto,há possibilidade de se encontrar elementos estranhos de borracha pertencentes ao embrulho. Estas são duas pontas a considerar como causas de obstrução intestinal.
Existem regiões específicas do país que podem ter uma incidência de alto do risco de colicas induzidas. Isto se deve à presença de: areia ou incidência altamente arenosa em terras na produção de enterólitos, ou ter um alto risco tóxico de consumo de plantas. Estas poucas informações devem ser dirigidas em direção a um diagnóstico em caso de obstruções ou deslocamentos, especialmente quando não se registram problemas graves. Mas isto devem ser dados importantes que não podem ser deixados de lado.
Dentro dos episódios bem recentes da história do paciente, seríamos capazes de achar:
o Mudanças na dieta
o Pastejo em locais diferentes de crescimento e de qualidade
o Mudanças na atividade ou uso do cavalo
o Estado de gestação, que eles podem informar também junto ao relato da síndrome cólica.
o Processos recentes, que são predisposição a doenças intestinais. Aqui nestes processos estão incluídos anti-elmínticos ou drogas de toxicidade potencial, tal como antibióticos ou antiinflamatórios não esteroidais.
Então é importante investigar os mesmos sintomas que podem ser achados numa assembléia de animais ou em forma individual.
Assim como a história específica do paciente ajuda-nos a definir um diagnóstico ou a categorizar o grau de dor. Para isto, deve-se realizar as seguintes perguntas:
1. Quando foi a última defecacão e quais eram suas características
2. Se o apetite é normal e qual a freqüência de alimentação.
3. Quanta água consumiu recentemente
4. A severidade da dor. Há intermitências ou ou é uma dor contínua
5. O animal tem um comportamento anormal como medo de água ou está sentado como um cachorro
6. Se o animal está ingerindo uma quantidade de pasto ou de ração não usual, alguma substância química ou planta tóxica
7. Se o animal teve cólica recentemente ou alguma outra doença
8. Se possui antecedentes anteriores de cólicas
9. Se há de sujidades do animal no estábulo
Todo estes dados nos dão uma idéia da duração da cólica, intensidade da dor, estado de hidratação e situações não usuais como sobrecarga de grãos, por exemplo: um cavalo com impactação do intestino grosso pode apresentar anorexia e cólica, mas quando há presença aguda de dor, sua causa será devida ao deslocamento do intestino grosso.
Bibliografia:
1. Allen, D., White, N.A., and Tyler, D.E.: Factors for prognostic use in equine obstructive small intestinal disease, J. Am. Vet. Med. Assoc., 1986.
2. Hanns, Jurguen, Wintzer: Enfermedades del Equino, Editorial Hemisferio Sur; Buenos Aires, 1985.
3. Parry,B.W.: Use of clinical pathology in evaluation of the horses with colic, Vet. Clin. N. Am. Equine Pract., 3:529-542, 1987.
4. Robinson: Terapia Actual en Medicina Equina II, Editorial Prensa Veterinaria; Argentina, 1992.
5. Hickman: Cirugía y Medicina Equina Vol. l y II, Editorial Hemisferio Sur; Buenos Aires, 1988.
6. Parry, B.W.: Prognostic evaluation of equine colic cases. Compend.Contin. Educ., 8:98-104, 1986.
7. Rose and Hadgson: Manual de Medicina Equina, Editorial Interamericana; 1995.
8. Blood D.C, Henderson J.A., Radositis O.M.: Medicina Veterinaria, Editorial Interamericana; 6 ta. Edición.
9. Robinson: Current Theraphy in Equine Medicine III, Saunders Company, 1992.
10. Auer: Equine Surgery, Saunders Company, 1992.
Dados dos autores:
Dra. Moiron Adriana
Médica Veterinaria
Egresada de la F.C.V. de la U.B.A en 1983.
Nacionalidad: Argentina.
Docente del Área de Enfermedades Médicas de la F.C.V. de la U.B.A. Argentina, desde 1992 a la fecha.
Ex docente de la Cátedra de Histología y Embriología de la F.C.V. de la U.B.A., Argentina, desde 1979 hasta 1986.
Docente del Instituto Médico Argentino de Acupuntura (IMADA), desde 1993 a la fecha.
Directora del Laboratorio Clínico Veterinario Alem, especializado en la práctica de análisis clínicos en P.A., desde 1983 a la fecha
Domicilio profesional:
Alem 511 - Ramos Mejía - Bs. As
Argentina - CP. 1706
TE / mensajes/Fax: ( 54 -11) 4658-2750.
Móvil: 15-4434-4567
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Dr. Jorge Genoud
Médico Veterinario
Egresado de la F.C.V. de la U.B.A en 1977.
Nacionalidad: Argentino.
Docente del Área de Enfermedades Médicas de la F.C.V. de la U.B.A. Argentina, desde 1996 a la fecha.
Asesor Veterinario (Equinos) de la Sociedad Ruaral Argentina, desde 1987 a la fecha.
Miembro de la Comisión Nacional de Sanidad Equina del Servicio Nacional de Sanidad Animal, desde 1997 a la fecha.
Docente del Instituo Superior de Ensañanza y Extensión Agropecuaria de la Sociedad Rural Argentina, desde 1989 a la fecha
Autor de diferentes publicaciones sobre Sanidad y Enfermedades de los Equinos.
Ex Médico Veterinario de la Sección Clínico, Médico y Quirúrgica de la Policía Montada, desde 1977 a 1994
Miembro de la Asosiación Argentina de Veterinaria Equina y de la Sociedad de Medicina Veterinaria.
Docente de la Facultad de Ciencias Agrarias de la Universis Católica Argentina (Curso El Caballo).
Domicilio profesional:
Av. Congreso 2610 - Bs. As
Argentina - CP. 1428
TE / mensajes/Fax: ( 54 -11) 4784-4381.
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