4 CONCLUSÃO
As espécies silvestres apresentam, desde o nascimento, resistência orgânica e independência desenvolvidas muito precocemente, ao contrário das espécies domésticas: adaptam-se sem os pais desde cedo e ao convívio no seu habitat natural. Os seres humanos, por mais que tenham cuidado, não sabem , por exemplo, como segurar um filhote, como fazê-lo sentir-se confortável: é necessário que ele aprenda a fazer isso sozinho, mesmo que seja em um ambiente diferente; foi isso que observamos nessas espécies estudadas. Eles conseguiram se “adaptar” sozinhos. Hoje, muitos estão em instituições de pesquisas, zoológicos e outros no nosso próprio Centro de Convivência; outros, foram até readaptados para soltura, como os gaviões, pica-paus e guaxinins.
5 AGRADECIMENTOS
A toda equipe de funcionários do Projeto Fauna que se empenharam, diariamente, domingos e feriados, para salvarem muitas vidas. Aos dirigentes do CEULP/ULBRA que não mediram esforços para manterem confortáveis e bem alimentados todos esses filhotes.
6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DINIZ, M. S. L. Primatas em Cativeiro / Manejo e Problemas Veterinários. Ed. Icone: São Paulo, 1997. Páginas 24 – 25.
HOSKINS, D. J. Pediatria Veterinária. Ed. Manole Ltda., 1ª ed., 1993, páginas 21 a 23.
PÁDUA, V. C. e BODMER, E. R. Manejo e Conservação da Vida Silvestre no Brasil. CIP-Brasil – Soc. Civil Mamiramá, 1997.
PRIMACK, B. R. e RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Londrina: Ed. Rodrigues, 2001. Páginas 65-66.
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